Luiz Gustavo Maduro Pereira, entrou em contato com o site dos Heróis Brasileiros, para que nós divulgassemos o seu trabalho! Isso nos deixou muito felizes e esperamos que outros sigam o seu exemplo e os seus passos. Ele possui grandes planos para essa história e a está apresentando ao mundo. Ele procura parceiros e interessados em tornar essa trama em algo que se dará um várias mídias. No momento ele está envolvido com a confecção das histórias em formato de livro. Luiz nos mandou uma apresentação desse universo, por suas próprias palavras e feito em formato de imagem, veja:
Luiz nos mostra aqui algumas possibilidades para o futuro:
Confira uma amostra grátis dessa história, lendo os quadrinhos: Gostou? Entre em contato com o Luiz: luizkr@hotmail.com
_Cárlisson Galdino, de Arapiraca/AL. É poeta, contista, romancista, cordelista e praticante de outros tipos de artes. É membro da Academia Arapiraquense de Letras e Artes (cadeira 37) e servidor da UFAL - Campus Arapiraca. Em seu site, apresenta muito material seu (contos, cordéis, etc). http://www.carlissongaldino.com.br/ (com o redirecionador http://bardo.ws/) Este contato é para divulgar uma enquete lá do site, que será usada para escolher o próximo romance que ele irá escrever (em formato folhetim). O que vem chamando de Série Textual é um romance em estilo folhetim, publicado em 50 episódios, um episódio por sábado, no seu site. Já concluiu três romances desta forma: Jasmim, Escarlate e Escarlate II. Cárlisson está escrevendo dois outros: Warning Zone (na Revista Espírito Livre) e Redblade (na Revista BrOffice). Jasmim, a propósito, foi lançada recentemente em formato impresso este ano, em duas ocasiões: na V Bienal Internacional do Livro do Estado de Alagoas, em Maceió, dia 28 de outubro; no Memorial Ceci Cunha da Mulher, em Arapiraca, dia 11 de novembro. Ele iniciou uma enquete para escolher a próxima série textual que vai escrever e publicar no site, um episódio por sábado. São 4 candidatas, cada uma oferecendo um prólogo para que o leitor possa "sentir o clima" delas e escolher a que mais lhe agrada. A enquete ficará ativa por quatro semanas, aceitando votação de qualquer internauta. Vale a pena conferir! Leia os textos a seguir e faça a sua escolha! _Bill nada teme a não ser o que não conhece. Há dois dragões em seu território, mas eles não costumam se envolver em assuntos políticos. Claro que Bill os teme, mas ainda espera um momento mais seguro para destruí-los, afinal, teria que derrotar os dois ao mesmo tempo e, puxa, são dragões! A bandeira verde com um triângulo azul é a única que flamula nessas terras. É a bandeira de Klavor, o reinado que há séculos derrotou as outras duas nações que havia. E hoje todo o continente é chamado de Klavorini. Duas outras bandeiras já flamularam nessas terras há séculos. Uma delas era a bandeira amarela do reino de Byuzk, outra a bandeira cinza de Jex. A investida foi brutal e os dois reinos cairam como castelos de areia diante das águas do mar. Foram séculos de controle a mão de ferro. Exploração de minas para a fabricação de armas e exploração de riquezas. O exército de Klavor é temido, especialmente dada a arrogância dos reis que já teve, inclusive do atual. Neir III foi o rei que planejou se lançar ao mar, em busca de mais terras a dominar. Não encontrou nada além de mar, um mar que suas embarcações não tinham capacidade de dobrar, então desistiu. E desde então o mar é um obstáculo insuperável. Neir III foi muito feliz ao acreditar que haveria outras terras a dominar, mas ele cometeu um erro: o de não procurar com muito afinco, em todas as direções. Há pouco mais de 200 anos, um sábio filósofo chamado Iodyef descobriu diversas coisas por acidente. Uma é que havia uma força além dos deuses, capaz de ser utilizada para subjugar a natureza à sua própria vontade: a magia. Outra é que havia um selo mágico que impedia que a magia alcançasse aquela terra. Um selo já gasto e que não era difícil de ser removido. Iodyef o removeu e não revelou a ninguém mais. Em um laboratório subterrâneo na cidade de Wiafa, pesquisou bastante sobre as verdades da Vida e sobre magia. Descobriu que Klavorini não era o único lugar no mundo: havia ao menos mais um, bastante parecido quanto a costumes, mas muito diferente em geografia, um lugar que ele chamou de Klavorini Norte. Bill Neir em seu castelo em Wax Wephlie nunca soube do selo e nada mais teme. O que alguns rebeldes podem fazer contra seu imenso poder? Cada ano, dezenas são mortos das formas mais terríveis que ele encontrou e faz muito tempo que Klavorini não vê outra bandeira a não ser a sua. Mas uma outra bandeira se aproxima. Vermelha e chumbo-arrocheado, em alto-mar, no alto de vários navios, um mar de navios. Dentro de cada um deles, marinheiros e mercenários. Todos sob comando de um só homem: Kokond. Na praia, os poucos rebeldes que havia em Klavor se articulam silenciosamente, esperando os reforços chegarem. O sonho de um grande golpe está próximo. Jyus, jovem corajoso e líder de uma sociedade secreta, descendente bastante impuro dos antigos reis de Jex, aguarda os navios. Um acordo bastante simples: os estrangeiros trazem em seus navios um poder bélico inimaginável, capaz de derrubar Neir. Além de soldados, há magos, tipo totalmente desconhecido em Klavorini Sul. Em troca, os rebeldes ajudam de volta. Com o tempo, klavorenses aprenderão a usar magia, em troca de um fornecimento de armas de rara qualidade, especialmente machados e martelos de combate. Uma mão lava outra. Os navios já estão bem próximos da costa neste amanhecer. Um homem de bigode fino em traje militar sorri ao tentar contar quantas pessoas os esperam na terra firme. Seus olhos brilham ao gritar para os seus homens. Ele que era e ainda é capitão da marinha apesar de tantas mudanças. Que já ajudou em um golpe recente e agora parte em continuidade da missão, com seus homens sob seu comando. Um homem chamado Kokond Raxx. Bill Neir, ou Neir X era um tirano e isso é fato. Sua fama é antiga. Não há oposição aberta, só revoltosos, geralmente bandidos e aventureiros. Poucos dos que se expoem sobrevivem. Sim, meus caros, este é o prólogo de Escarlate III. _Coração Russo, 2018. 23:09. Um jovem careca passa correndo pelas ruas.No sofá, uma mulher jovem descansa. De cabelos curtos e ruivos, acordada e ainda atenta à conversa dos quatro, que jogam baralho e bebem à mesa. - Maria? Ainda está acordada? - a única mulher na mesa a chama. De cabelo castanho escuro preso, com um sobretudo, de óculos com armação grossa, contrastando com os traços delicados do seu rosto. - Oi, Chris... Estou acordada. - E aí? Quando vai estrear a peça nova? - Ah, Chris, sei não... Ainda estamos definindo alguns pontos e passando as falas. - Vai ser sobre o quê? - Uma tragi-comédia inspirada no Fantasma da Ópera. - Legal! E seu papel? - Posso falar não mais que isso. - Ué, somos amigas! Conta! - Deixa a Maria, Christinne... Não se pode nem descansar em paz? - O mais velho à mesa é quem fala. Um homem de rosto quadrado e ar bondoso, com alguns cabelos grisalhos e óculos redondos. - Não é porque você é da imprensa que pode ficar assim pegando no pé do povo, né? - Não seja por isso, Ivan! - Quem fala é um homem de terno surrado, com poucos cabelos, apesar de parecer jovem. - Eu também sou jornalista e não fico no pé das suas visitas. - Pois dê conselho à sua colega, Aleksandr! - Só estou curiosa! - Chris responde. - Não posso? Olha, Maria, quando forem estrear me avise! Que eu escrevo na minha coluna e vou lá assistir você, tá? - Valeu... - Maria responde, fazendo um sinal de Ok sem nem abrir os olhos. - Vamos jogar? É a sua vez! - O outro da mesa reclama de Chris. Um homem de cavanhaque, vestindo só uma camisa de manga curta. O único na casa vestido desse jeito nessa noito fria. - Calma, Konstantin! Vou jogar! - Chris responde. - Pronto! Ai! - Desastrada! - Aleksandr afasta as cartas da mesa, onde Chris acabou de derramar bebida. - Onde tem um pano? - Lá atrás no varal. - Ivan responde. Chris se levanta e corre até a porta do quintal. Vai até o varal e... grita! - O que houve?! - Konstantin chega primeiro à porta, seguido por Ivan e Aleksandr. Eles veem Chris apontando para um jovem encostado na parede, de cabeça baixa. - O que você... - Konstantin fala com raiva, mas Ivan intervém e se aproxima do jovem. Maria chega à porta esfregando os olhos. - O que houve aqui? - Você está bem? - Ivan pergunta, com as costas da mão direita no pescoço do jovem. - Médicos... E se for um bandido? - Você devia ser mais humano, Konstantin. - É Maria quem repreende, enquanto se aproxima deles. Quando o jovem levanta o rosto em lágrimas todos se assustam. O rosto dele é o mesmo do exército de clones que patrulham a cidade noite e dia. Os clones telecinéticos tão respeitados. Seu rosto é a marca da Força Russa. Esta história acontece no cenário 2016, o mesmo onde ocorre a história Sinas - Copos e Minas. Neste cenário, em 2016 a Rússia já tinha uma força militar composta por clones com poderes telecinéticos. Eles são a força policial e militar que atua por ali, conhecida como Força Russa. Coração Russo é a megalópole formada em torno de Moscou. _Era uma criação de gado, ou é o que queriam que parecesse. Aqueles pobres animais esqueléticos fingindo serem bois e vacas, vai saber o que eram... Do lado de fora daquela cerca, o asfalto evaporava como uma chaleira. Não dá pra ver a paisagem com nitidez, ela é borrada pelo vapor do asfalto. Na beira da estrada, uma figura desengonçada espera. Um sujeito vestindo umas roupas coloridas. Uma bermuda folgada de praia e uma camisa folgada de deuses hindus. Uma faixa amarela trançada como uma corda prendendo os cabelos na altura da testa. Cabelos nem tão curtos, nem tão longos. Nariz quadrado e um olhar cansado sob óculos redondos. Nas costas, uma mochila cinza com uma plaqueta de alumínio mostrando uma ave em silhueta, rodeada pelas palavras Black e Rook.O sujeito hippie abre o cantil e toma mais um gole. O Sol não está nada gentil hoje e quase ninguém passa por aqui. Mais um ônibus... Mais um ônibus que passa louco pela pista. Se não desse carona, até não era tão mal. Como os anteriores, além de não dar carona, ainda entrou um pouco no acostamento bosinando alto. Gyalog odeia isso... E tem culpa? Quem gosta de ser tangido volta e meia por um ônibus ou caminhão? Um sorriso em seu rosto. Sim, é mesmo o que ele está pensando que é! Ele reconheceria aquele motor em qualquer lugar! O triciclo se aproxima, diminui a velocidade e para, bem do lado dele. -- Simbora! - Ela grita, lhe entregando o capacete. Uma gótica. Uma gótica bonitinha, de capacete vermelho. Vai entender... Uma menina toda vestida de preto, numa moto do mal, com um capacete vermelho. Qualquer semelhança com algumas espécies de formigas há de ser mera coincidência... Seu nome é Finna. É, ela é magrinha, mas não como a característica mais marcante nela. Alguns se lembrariam dela por ser bonitinha, doce e endiabrada, outros por ser gótica e ouvir música pesada, outros por ser doidinha mesmo, agitada. A maioria se lembraria pelo capacete. Tem vinte e dois anos, e uma bolsa à tiracolo. Na bolsa, pode-se ver plaqueta igual. É a mesma marca "Black Rook". Gyalog sobe e ela parte. -- E aí? Esperando há muito tempo? -- O que você acha? -- Sei lá, meu? Então deixa pra lá! Se você, que estava esperando, não sabe quanto tempo foi, imagina eu que tava vindo. Pô, o tempo é relativo! Tamos indo viajar! -- A gente não ia só amanhã? -- Não, é que o Sólitas vai hoje e a gente vai de carona, claro! Não podemos desperdiçar essa chance! -- Tá... -- Ei, você vai gostar da viagem! Já estive nessas terras antes! É divertido! E no fim das contas, todo canto é igual! -- Você já... Esteve na Europa? -- Claro que já, meu bem! Fui três vezes. Tudo de carona. Ver o show da MDB e do Orphaned Land! Da outra, foi só de onda mesmo. -- Quem? -- My Dying Bride! Depois copio pra você! É muito foda! -- Tá... Por que você não gosta... de coisa mais normal? -- Tipo Ventania? Hahahah! -- Quem disse que eu gosto de Ventania? -- Ah, mas tem cara de que gosta, olha só pra você! Podia até tocar com eles, se soubesse algum instrumento. -- ... -- Que foi? Magoou, bem? -- Não... Tava pensando... A gente podia aprender a tocar algum instrumento... -- Ah, nem vem! Já tenho coisa demais que aprender! A gente tá em guerra, você sabe! -- Sei, os Whi... -- Quieto!!!! Não diga o nome deles! Você sabe que ninguém fala o nome deles! Aqueles vendidos FDP! -- Sei... -- Já estudou o capítulo básico? -- Ainda estou me adaptando... -- É, o Infinity Book é um choque no começo, mas depois você não vai querer saber de outro livro! -- Ei, Finna... Essa moto é sua? -- Bom, é e não é... -- Como assim? -- Já leu o capítulo sobre os Overdisks? -- Só por alto... -- Pois é isso! A moto é minha sim, mas está sobrepondo outra coisa. Assim como Escarlate, esta história nasceu como um conto e ainda estava parada no meio. Fortemente inspirada no Guia do Mochileiro das Galáxias, mas ambientado na Terra, focando um conflito. Uma história sobre alquimia e tecnologia. Vinculado ao meu projeto rbackpack, um aplicativo que facilita a minha vida ao tentar levar perfil de alguns programas para GNU/Linux no pendrive. _"A vida não tem mais sentido. Não que um dia tivesse, mas... Por que eu sobrevivi?!"Num despenhadeiro, no alto e no frio, uma menina lamenta a sorte. É Arielli, sentada à beira do precipício. Braços e pernas machucados e olhos ressecados de tanto chorar. Sua figura de dezoito anos com jeito de quem ainda tem menos de dez, de roupas tão maltratadas quanto ela própria, é a única coisa que se vê por quilômetros nesse entardecer. Sua família fazia turismo. Seu ônibus simplesmente caiu e se prendeu em algum lugar. Muitos feridos, poucos mortos. Mas o tempo tratou de levar pessoas do primeiro para o segundo grupo. Todos foram deixando este mundo. Todos menos Arielli. Seus pais, seus amigos, seus sonhos... Tudo acabou e Arielli está sozinha, sentada à beira do abismo. "Por quê, droga! Estou aqui há dias e não passa ninguém! E eu não morro!" É claro que a Fome vem, mas mesmo ela desistiu de dar muita atenção a Arielli. A essa altura, apenas passa vez por outra como quem não quer nada, apenas para lembrar que ela ainda existe. Há dias Arielli está aqui. Seu rosto não nega. Tão alto, tão só, tão triste... Sábios foram os deuses, que não lhe deram lágrimas suficientes para sua dor. Fosse assim, talvez Arielli precisasse subir ainda mais a montanha para não se afogar nelas. E pensar que tudo o que Arielli um dia quis foi uma casa bonita, um marido carinhoso e filhos. Sonhava ter dois: um menino e uma menina. O menino se chamaria Odeon e a menina, Artemis. Claro, Arielli também sonhava com coisas mais imediatas. Um colar de ouro, um vestido verde-claro e prateado, um sapato prateado com salto e mais algumas coisas, todas do shopping perto de sua casa. Quer dizer, da casa de seus pais... Seus pais... Mas de que vale sonhar agora? Tudo acabou para Arielli. Já fazem alguns dias que ela se deu conta de que seus sonhos também morreram de fome no ônibus. Só Arielli não morre. Suas duas metades discutiram muito esses dias. Ari dizia que nada mais faz sentido. Elli questionava porque sobrevivera, que alguma razão haveria de ter. E assim, enquanto as duas metades discutiam, Arielli foi subindo e subindo a montanha. Hoje até Elli se calou sem muitas esperanças de um futuro. Ari sabe que venceu e espera só o momento. O céu vermelho, em despedida ao Sol. Quantas vezes Arielli viu esse céu assim depois desse triste acidente? Que esta seja a última: Arielli se levanta. - Mãe, pai... De pé, à beira do precipício, "estou indo ver vocês" é tudo o que diria logo antes de pular, mas não pulou. Diante de Arielli, uma mulher voando. Uma mulher, um anjo, uma fada ou algo assim. De rosto sério, mas de olhar compreensivo. Com cabelos brancos e longos. Não brancos de idade, já que ela parecia tão jovem quanto Arielli. Uma mulher sustentada por asas. Asas de libélula. E ela não tinha pupilas em seus olhos brancos. Quanta coisa passa na cabeça de Arielli, de pé à beira do precipício, a dois metros dessa estranha? Esse estranho anjo-fada que lhe encara com um ar frio, mas que não esconde uma certa bondade. A expressão de Arielli congelada num espanto inocente não diz tudo o que lhe passa nessa hora. Seria um anjo? Uma fada? Uma miragem? E o que está fazendo ali diante dela? O que lhe traz? O que lhe pede? Impacientes com a espera, para o espanto de Arielli e da estranha, suas pernas fraquejam e Arielli se inclina para a frente. Agitando os braços, vê a boca da estranha se entreabrir em surpresa. E Arielli cai. Cai... Arielli vê o chão lá longe enquanto seu corpo gira em queda. Vê a estranha lá em cima no mesmo lugar e... Cai sentada em algo macio. Deita-se para recuperar as forças, e dorme. - Arielli? "Quê?! Que voz linda! Será um príncipe encantado?" - Sou apenas um amigo, Arielli. As lembranças vêm menos fortes. O vento bate em seu corpo deitado. Deitado com as pernas penduradas. Um barulho de ventilador... - Está frio. Desliga o ventilador! - Do que está falando, Arielli? Arielli finalmente abre os olhos e se senta. - Estamos voando. Adiante, uma Lua imensa e divina. E Arielli, ainda mais alto que antes, segue nas costas de uma libélula gigante. - Quem é você? - Como eu disse, Arielli, um amigo. Você não está destinada à tristeza. Vim te mostrar o mundo. Vamos perseguir alguns sonhos? E Arielli some no horizonte em direção à Lua nas costas de uma grande libélula verde-clara de asas e olhos prateados, enquanto à mesma Lua, próximo àquele velho penhasco, aquela estranha mulher dança flutuando no ar, a um som ritmado de palmas e batidas de asas. Dança como se fosse a dona da noite, como uma deusa em um dia de bom humor. Com um sorriso leve em seu rosto frio. Dança como uma deusa feliz. Esta história acontece no mesmo mundo de Jasmim: Ases. Talvez ela até apareça na história... Ajude a escolher a próxima série textual do Bardo!  Clique na imagem acima para votar!
Leu tudo? Então não fique aí parado... Qual a sua escolha? Vai lá... clique no quadro aí ao lado e dá um pulinho lá no site para registrar o seu voto!
Outros links para conferir: http://blog.jasmim.bardo.ws/ http://jasmim.bardo.ws/ http://esc.bardo.ws/ http://esc2.bardo.ws/ http://wz.bardo.ws/
Valeu!
por Heitor Teixeira
Sabemos que a visão das pessoas sobre os uniformes dos super herois vem mudando dramáticamente ao longo dos anos. O que no passado era aceito como símbolo máximo destes ícones do altruísmo, talvez fosse a roupa colada no corpo e um ser musculoso, atlético e muito bem torneado, tendo o conjunto completado por uma capa, botas, e provavelmente a famosa sunga para fora da calça! Se antes a simplicidade dos figurinos era o suficiente para prender a atenção da audiência, hoje em dia, a ordem máxima é a complexidade dos modelitos. Tudo parece ter ganhado mil relevos e costuras complicadas. A onda é "texturizar"! No Brasil, existe uma grande quantidade de Super Herois, como já mencionamos em postagens feitas anteriormente (confira clicando aqui), porém, eles não fazem parte do imaginário da maioria tanto quanto os pioneiros norte americanos. Herois e Super Herois, teóricamente existem no mundo todo, mas a nossa base de comparação irá seguir pelo caminho óbvio e é de lá que virão os próximos exemplos. A seguir, faremos uma lista de Super Herois clássicos e famosos das duas principais editoras de quadrinhos (sobre o tema), no mundo. Tabela de Comparações
Pra começar, vamos dar uma confirida nos personagens mais conhecidos da Detective Comics.
Vamos analizar: Da esquerda para a direita, temos Kirk Alyn, George Reeves, Christopher Reeve, Dean Cain, Brandon Routh, Henry Cavill. Então, básicamente, de 1948 para cá (pelo menos até 2013), o tecido engrossou, a sunga diminuiu até sumir (literalmente), o símbolo do peito foi de pintado, até ser feito de plástico e agora emborrachado (mas mantendo o relevo) e a silueta, passou de contar apenas com o físico do ator, para uma espécie de escultura que molda e dá enchimento ao corpo. Na última versão, o corpo todo passa a ter escamas e frisos, isso sem falar da cor, que passa de algo quase festivo, para um tom muito mais melancólico.
Adam West, Michael Keaton, Val Kilmer, George Clooney, Christian Bale (duas últimas imagens). Antes, uma roupa baseada em tecido, um ator pançudinho e um capuz mal ajeitado, depois nós passamos a ter um visual emborrachado e gótico, porém bem limpo e simples. É então que o imbecil do diretor resolve que o temível homem morcego ficaria "supimpa" se tivesse mamilos em sua armadura. A quantidade de relevos aumenta, o personagem vira carro alegórico de carnaval, perde a dignidade e finalmente volta a ter sucesso, mas desta vez, com texturas de sobra!
Linda Carter, Adrianne Palicki e uma modelo em arte conceitual (a melhor na minha opinião). A Mulher Maravilha, sempre foi um modelo de admiração para todas as mulheres, por ser forte, ágil, bela e não ficar devendo em nada para os "rapazes" da Liga da Justiça. Soma-se a isso, o fato de que suas belas formas e extrema sensualidade, são atrativos poderosos para os homens. No tocante a sua vestimenta, estas "verdades" sempre foram levadas em consideração, pórem, a modelagem e os recursos em tecido, metal e afins que compõe o figurino sofreram dramáticas mudaças, passando pelo vinil e até chegaram a cogitar o couro. Esta amazona, deve passar sensualidade e austeridade, através de traços que ficam entre o rústico e o refinado, mas mantendo características de uma mulher grega! (Tarefa difícil e mal realizada até agora). Vejamos dois personagens que tiveram menos encarnações nas telas:
Flash, da série de tv (John Wesley Shipp), com um traje encamurçado e que destacava todos os músculos do personagem, seria a primeira aparição (memorável pelo menos) do Heroi. Este ao contrário de outros que vieram antes dele, já foi concebido com um figurino incrementado.
Lanterna Verde, do recém lançado longa metragem (Ryan Reynolds), representa uma mudança na forma de "pensar" do ponto de visto do figurinista. O Ator nem chega a utilizar o uniforme, que é gerado por computador em cima de referências eletrônicas. Desta forma, eles podem fazer com que o "tecido" pareça orgânico e se comporte de uma determinada maneira, emitindo luzes que seguem veias e pulsam. O que eu particularmente, dispenso fácil, uma vez que ele é um sucesso nos gibis e nunca teve essas frescuras.
E juntos (mais ou menos, o Lanterna Verde de aqui é outro!), em Liga da Justiça da América tem Kenny Johnston como Barry Allen (Flash) e Matthew Settle como Guy Gardner (Lanterna Verde). Este deveria ser um piloto de série, mas não foi aprovado. Os trajes dos Herois são uma mescla de tecido simples e detalhes plásticos, no caso do Flash, isso parece ter sido um tipo de involução do que se trata de distinção visual.
E chega a vez de nós darmos uma olhadinha nos personagens da casa das idéias. Na antiga série de TV, Nicholas Hammond, usava uma roupa elástica muito simples, quase sem nenhum detalhe, os traços eram básicamente desenhados no tecido, a briga com a máscara e o furos dos olhos era constante, na versão de 2002 (Tobey Maguire ), o desenho da roupa é bem fiel ao dos quadrinhos, porém o tecido azul e o vermelho, produzem uma trama com uma textura reconhecivel e os traços que fazem as teias são, além de bem grossos, um tanto quanto altos, os olhos ganharam lentes e por baixo da máscara uma armação que a mantém convenientemente no lugar. Agora no ano que vem, teremos um "reboot" da franquia com o amigo da vizinhança sendo interpretado por Andrew Garfield, desta vez o traje parece ser mais puxado pro emborrachado e as teias como se fossem "derretidas" a ferro de solda. De qualquer forma, nas duas ultimas "encarnações", estão longe de parecer algo produzido por um adolescente, mesmo que nerd e metido a gênio.
Quanto ao simbolo dos E.U.A, Capitão América já foi interpretado por Dick Purcel (1944), com malha simples, Reb Brown (1979) que aparece nas 2 imagens com o capacetinho ridículo, usando malha elástica e na primeira uma livre interpretação do uniforme do Heroi, Matt Salinger (1990), emborrachado e com uma máscara que devia até arder nos olhos e finalmente chegamos a Chris Evans (2011), que está nos moldes do quanto mais detalhes melhor, mil costuras, enchimentos, faixas e acumulos de materias. Parece que a versão de seu figurino para os Vingadores é um pouco mais "clean", porém, a impressão que dá é a de que ele está mau de pescoço. Bruce Banner já foi interpretado por Bill Bixby (1978), Eric Bana (2003), Edward Norton (2008), Mark Ruffalo (2012), sendo que seu "alter-ego" Hulk, foi primeiramente encarnado por um grandalhão pintado com tinta Guache (Lou Ferrigno) e depois passou a ser criado por computador. Na versão de 2003, ele é bem arredondado e chega a ter uma aparência muito artificial (ou não consegue esconde-la), em 2008, o Herói fortão ganha uma enorme quantidade de veias e nervos que o fazem, mesmo que quase sem roupa, ter sua adequação no esquema das super texturas. Aí em cima tem ainda uma prévia com a arte conceitual do que poderemos vêr dele no filme dos Vingadores. Eric Allan Kramer (1988), roupitcha nada a vêr, cheia de pelúcia e placa peitoral que não lembra em nada o visual dos quadrinhos, Chris Hemsworth (2011), Com direito a escamas, uma armadura toda trabalhada, capa e todo tipo de pequeno detalhe (pena na minha opinião, que ele quase não fica com o capacete nesse filme). Primeiro, Rex Smith, faz uma aparição como o homem sem medo no antigo filme do Hulk e depois quem assume é Ben Affleck. A diferença entre os dois, até cego vê! No filme de 2003, o traje é feito em couro e tem toda a pompa e o requinte de estilização que puderam lhe conferir, só faltou o filme ser bom (mero detalhe).
David Hasselhoff (1998), Samuel L. Jackson (atualmente). Tá, o visual nesse caso fez o caminho inverso e ficou até mais simples (pelo menos até agora), a maior mudança foi mesmo étnica (sabe-se lá Deus o porque).
Para o Homem de Ferro, por falta de comparação anterior (uma vez que ele nunca havia estado nas telas antes), vamos comparar a versão de um cosplayer (que NÃO seguiu a tendêcia de copiar o visual do filme, o que tem sido muito comum), com o traje vestido por Robert Downey Jr.
Dolph Lundgren, Thomas Jane e Ray Stevenson mantiveram mais ou menos o mesmo grau de complexidade visual, até por que este Heroi (ao menos nas telas) não chega a usar o que podemos chamar de uniforme de Super Heroi, é mais um traje de combate militar ou algo similar. Na primeira versão o que talvez faça mais falta seja a famosa caveira no peito.
Os exemplos são muitos, mas tenho certeza de que vocês já pegaram a idéia. A conversa aqui, esta tratando é das tendências. Para começar, o Brasil está muito atrazado com as produções desse gênero, qualquer coisa feita agora, poderia ser considerada como "remando contra a maré". O pioneirismo aconteceu há meio século mas acabou não tendo fôlego para acompanhar a passagem das décadas. O site dos HEROIS BRASILEIROS, está trabalhando para tornar possível que esses personagens voltem ao convívio de todos. O personagem ao lado, está sendo trabalhado e é um símbolo para essa causa. Algumas pessoas tem feito comentários interessantes em relação ao projeto enquanto esse está procurando por parceiros e colaboradores. Alguns destes comentários são desanimadores, dizendo que esse tipo de Herói/Visual/Contexto (ou seja lá o que mais puderem apontar), não é bom ou proveitoso ou até mesmo, LEGAL! Há entretanto, pessoas que consideram a propósta como válida e concordaram que um figurino com jeito de clássico, pode ajudar na identificação do público com o tema. Nossa intenção é "materializar" esse personagem em múltiplas mídias, como HQs, produções em vídeo e até aparições públicas! Ele é o nosso desbravador. Há planos para todo um universo de histórias a serem contadas e outros personagens deverão surgir. Estamos muito no começo do projeto e aceitamos a sua colaboração! Se você acredita na idéia e acha que pode vir e somar, mande-nos um e-mail, vamos nos comunicar. Sonho que se sonha só é só um sonho... Sonho que se sonha junto, é realidade!
por Heitor Teixeira
Ao se colocar a palavra "Super" associada a palavra Heroi, você está fazendo com que a idéia de que alguém que seja digno de admiração, por, através de um ato ou atos abnegados, devido a sua natureza ou às forças das circunstâncias, receba a conotação de quem é capaz de fazer algo fora do alcance das outras pessoas, consideradas normais ou até mesmo dos indivíduos que mais se destaquem por suas características físicas, mentais, atléticas ou seja lá, podendo assim lançar mão destes recursos, para facilitar a resolução de seus conflitos. Em suma, um Super Heroi é alguém que além de fazer o bem, ainda faz isso de uma forma verdadeiramente extraordinária. E isso normalmente, é apresentado na forma dos chamados "Super Poderes". Alguns podem voar, outros são capazes de ricochetear disparos com o próprio peito, ou tem super força, e isso é só para começar a dar uma vaga noção desta interminável lista.
Desde a década de 50, literalmente dezenas de Super Herois foram criados e desenvolvidos no Brasil. Em sua maior parte, eles estão relacionados com fanzines amadores, revistas independentes de pouca expressão, com tiragens muito baixas, fazendo com que caiam normalmente no anonimato ou no esquecimento, mesmo daqueles poucos que tiveram uma chance de entrar em contato com eles. É claro que sempre há exceções e uns poucos perduram mais que outros, mas no geral, o povo brasileiro não conta com personagens desse gênero no imaginário popular.
O Brasil é antes de qualquer coisa um país de paz! Não temos históricos de grandes envolvimentos em guerras e conflitos, sejam eles no exterior ou em terreno doméstico, salvo algumas poucas exceções. A política nacional, mesmo causando muito motivo para reclamações, não é estopim para revoltas armadas e a transição do poder até os dias de hoje, sempre se deu de forma muito pacífica. Não estamos contudo ignorando os percalços da história, mas devemos concordar que o derramamento de sangue aqui, foi sempre percentualmente muito menor que os ocorridos na América do Norte, no Velho-Mundo e na Ásia por exemplo. Tudo isso somado ao fato de que a influência da igreja católica desde a chegada dos portugueses, manteve certo manto de obediência e por que não dizer, ignorância, sobre o povo, que passou a aceitar vários dogmas filosóficos, sem desenvolver a característica da indagação. Todos esses fatores, aliados ao fato de estarmos economicamente abaixo de outros países, principalmente depois dos eventos da segunda guerra mundial, onde os Estados Unidos se afirmou como uma grande potência mundial e depois com a queda da União Soviética, fez com que a maior parte dos eventos de grande importância em termos globais, tenham acontecido "lá fora", deixando os brasileiros, à mercê da sombra dos heróis alheios.
Um Heroi Nacional, é capaz de inspirar um povo em momentos difíceis e trazendo esperança e enchendo-os de orgulho, torna suas vidas mais fáceis! Povos que se viram obrigados a se lançar às armas para defenderem suas terras, sua liberdade e seu modo de vida, não obstante produziram muitas lendas de herois inspiradores que motivavam seus guerreiros a seguir em frente e acreditar em um bom desfecho para tudo aquilo que lhes acontecia ao redor. A vantagem em se empregar um "Super" heroi, é a de que este não está limitado por leis da física ou da coerência a qual os homens estão acostumados, aproximando suas histórias dos sonhos, onde tudo é possível. Dessa forma, o grau de carisma de um conto, se torna imbatível, principalmente quando esse é transmitido aos mais jovens do grupo. Crescer, tendo-se um heroi com quem se relacionar, torna mais fácil o processo da criação de um laço afetivo com as raízes de um povo e a falta disso no Brasil, em parte, é responsável por não termos um povo mais preocupado com o desenvolvimento geral, mais normalmente com o ganho pessoal. Isso é algo que pode ser mudado, mas não é de uma hora para outra e está na hora dos nossos "contadores de histórias", começarem a investir em um matrimônio duradouro de personagens que servirão de modelo.
As pessoas podem se destacar em diversas áreas diferentes e se tornarem referência para muitos, por alcançar metas distantes, pelo carisma de suas obras ou por lutarem pelo bem maior. A seguir, cito nomes de ilustres brasileiros reais e até de alguns fictícios: D. Pedro I, Zumbi dos Palmares, Tiradentes, Alberto Santos Dumont, O Vigilante Rodoviário, Pelé, Chico Xavier, Raul Seixas, Chico Mendes, Ayrton Senna, Gustavo Kuerten, Gustavo Borges, Marcos Cesar Pontes, Capitão Nascimento. Todos eles tiveram e tem, grande importância para o nosso país.
Porém, nem todos fazem parte das mesmas categorias e existem diferenças e semelhanças entre Super Herois e Ídolos. Na lista anterior, nenhum deles pode realmente ser considerado como "Super", porém devemos separar os Herois das Astros. Alguém que possua uma base de fãs, seja no mundo artístico ou esportivo, não necessariamente pode ser apontado como sendo o melhor dos modelos a ser seguido. Sabemos que muitos músicos, atores e atletas tem uma vida pessoal conturbada e é apenas o resultado alcançado por eles em sua vida profissional que garante a atenção de tais seguidores. Um Super Heroi, por ser uma figura imaginada, pode preencher quaisquer requisitos que se julguem valiosos para um modelo perfeito, de índole incontestável e conduta moral inabalável. Um tipo assim, pode se tornar uma ferramenta muito mais valiosa para a formação infantil do que suas contrapartes humanas falíveis. Quando se é adulto e se gasta algum tempo pensando nisso, logo se chega a conclusão de que o mundo não é preto no branco, mas a verdade "mora" no meio de uma larga escala de cinza. Herois ou Super Herois na atualidade, possuem vidas tão conturbadas e passam por dilemas morais, tanto ou mais quanto qualquer pessoa real. Porém, em países onde quadrinhos e séries já são parte da cultura popular, tiveram o tempo necessário para tal amadurecimento. Isso não faz com que uma espécie de "recomeço" não seja possível ou bem vindo. Podemos muito bem ter personagens que resgatem a força das histórias edificantes de antigamente, mesmo nos utilizando de formas narrativas mais atuais e ligadas à linguagem dos novos tempos e das novas audiências.
Se um produto é feito por alguém, não é de se estranhar que carregue consigo, traços de seu criador. Quando uma revista em quadrinhos é feita por estadunidenses e ela carrega trejeitos culturais, voltados para o seu público alvo, isso não faz com que outros povos não possam se identificar com o texto, porém tão pouco podemos acusar o produto de ser americanizado! Percebe-se que as vezes, tal terminologia é usada para desmerecer um filme ou outro tipo de emanação artística. Não há problema algum em tais obras existirem, porém o que nós deveríamos nos concentrar em alcançar, é termos sim, a chance de possuir obrar abrasileiradas, que carreguem o nosso "tempero", sem deixar as universalidades de lado.
Seria injusto afirmar que o conceito de Super Herois, pertence a esse ou a aquele povo, tendo em vista que qualquer nação, tem em sua formação cultural, lendas, histórias e afins, que cada qual com suas derivações, possuem de uma forma ou de outra a presença da figura de algum tipo de Heroi ficcional. Certamente os países que mais se destacam e que são mais conhecidos pela enxurrada de personagens que produzem, no campo do entretenimento, são os Estados Unidos da América e o Japão. Isso não faz entre tanto, que estes sejam os únicos. E juntamente com o fato de que este se torna cada vez mais um planeta globalizado, a cultura de um povo, não demora muito para ser compartilhada por outros. Assim sendo, mesmo países que tem uma formação diferente das destes, poderão se identificar com algumas características visuais e estilísticas por exemplo. Mesmo o termo "Super Herois" ser algo bem abrangente, talvez se associe a eles mais rapidamente a figura do uniforme colado ao corpo, com direto a símbolo e as vezes a presença da capa. Esse visual foi sendo aos poucos popularizado e até detalhes como a famosa "sunga para fora das calças", tem um propósito específico. Este visual remete às vestimentas circenses e logo de cara, ajuda a quebrar os laços com a realidade, avisando ao leitor, que qualquer coisa naquele mundo de fantasia é possível.
O Brasil é uma terra linda e extremamente rica, é um grande desperdício o que se comete ao deixar essas verdades de lado. Um povo tão abençoado deveria ser capaz de produzir riquezas culturais em todas as esferas. A criação de Super Herois Brasileiros, que possam se desenvolver e fazer parte das vidas das pessoas, é algo que só vem a somar. Talvez, eles não conquistem os corações de um grande público de uma hora para outra, porém é um investimento à ser feito a longo prazo e de forma contínua.
O objetivo do site dos Herois Brasileiros, é fomentar a cultura, valorizando e incentivando a produção nacional no campo do entretenimento, nas áreas que aqui são as mais carentes como, a ficção científica, a fantasia, o fantástico, o horror e é claro os SUPER HEROIS. Estamos criando personagem para serem usados nessa batalha e toda a colaboração é bem vinda. Queremos nos tornar um ponto de encontro entre quem produz e quem consome esse tipo de assunto. Temos uma campanha permanente de quadrinhos nacionais e independentes e queremos divulgar o seu trabalho. Venha fazer parte dessa família e ajude o Brasil a crescer.
Estamos lançando uma nova forma de interação narrativa! Já foram publicadas duas páginas de jornal aqui no site, mas até agora não havíamos explicado o seu propósito. É uma espécie de jogo e canal de entretenimento. As matérias desses jornais que retratam um mundo virtual podem e dever receber a participação dos leitores do site.
Clique na imagem ao lado e conheça como tudo funciona.
Sua participação é fundamental para o projeto seguir a diante. Ajude a divulgar.
Em breve, todos estarão se divertindo por aqui!
 Clique na imagem para vê-la ampliada! Seguindo com a idéia de como seria o mundo de houvessem super-heróis de verdade lá fora, está o lançamento de outra capa de jornal. Desta vez é o formato de um noticiário impresso "sensacionalista" que ganha destaque aqui. Note que ele ganhou a pitada de humor que normalmente acaba sendo associada com produtos desta natureza.
O lançamento dessas páginas está ligado a um programa de interação e entretenimento que o "Heróis Brasileiros" está desenvolvimento para interagir com você! Isso mesmo, com você. Em breve teremos uma página explicando como participar e como funciona esse universo que estará em permanente construção.
Clique na imagem ao lado e leia o jornal em versão grande.
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Estivemos fazendo um trabalho de "garimpo" e acabamos encontrando um vídeo que representa o que o Brasil deveria ter feito, na época do cinema mudo, e nunca deveria ter parado. Capitão Eléctron contra a Ameaça Venusiana, é um vídeo singelo que certamente foi realizado com mais boa vontade que alta capacidade de produção, porém, mesmo tendo sido realizado em 1986 e contando com recursos os quais os realizadores da época do cinema sem som nem sonhavam, representa um produto que mesmo sendo feito "tardiamente", deveria ter sido o tipo de produto a ser levado a sério desde sempre nesse país. O fato de ser um filme em preto e branco, com a música de fundo que o deixa com um ar "retrô", dá-se única e exclusivamente por escolha dos criadores. Mas é um lembrete de que para se crescer em qualquer segmento, é preciso antes de mais nada ter tido uma boa "infância". Os filmes de super-heróis tiveram sua infância levada a sério em outros países e hoje temos produções que movimentam milhões de dólares no mundo todo. O Brasil ficou para trás nesse quesito. Mas, como nunca é tarde para recomeçar, assista a essa obra de coração aberto:
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